Escolher Portugal é escolher a Costa Oeste da Europa, uma plataforma entre continentes e mercados: um ponto geoestratégico privilegiado, ideal para quem queira fornecer o mercado europeu ou expandir o seu negócio para outras regiões do globo. Se no passado demos a conhecer novos mundos ao mundo, hoje mantemos relações privilegiadas com todos os povos, nomeadamente com aqueles que têm o português como língua oficial na América, África e Ásia
Pense Portugal, pense Global
Portugal localiza-se no extremo sudoeste do continente europeu, banhado pelo oceano Atlântico e aquecido pelo sol mediterrânico. Único sobrevivente entre os antigos reinos da Península Ibérica, é uma nação com cerca de metade do tamanho da Flórida e com dois terços da respectiva população. No entanto, ao longo dos séculos, tem influenciado a vida de todos nós muito mais do que muitos países maiores e mais poderosos”.
Portugal tem um ambiente político estável com um governo parlamentar democrático constituindo um país acolhedor para negócios e investimentos internacionais. Tal como acontece com todos os países da UE, a fronteira e os portos de Portugal estão completamente abertos ao livre fluxo de comércio com outros países-membros. Como membro integrante da União Europeia (UE), Portugal utiliza o Euro como moeda oficial e segue todas as directrizes da Comissão Europeia em Bruxelas.
O mercado Português é maior do que aparenta. Tem apenas 10,6 milhões de habitantes, mas há mais de 249,6 milhões de pessoas que falam Português em todo o mundo. O português é a 5 ª língua mais falada no mundo. As ex-colónias, incluindo Macau, Moçambique, Angola (uma das economias com crescimento mais rápido no mundo) e, naturalmente, o Brasil (um dos países BRIC) têm relações comerciais estreitas com Portugal. As empresas estrangeiras que invistam em Portugal podem facilmente aceder a estes mercados
Uma rede multimodal de infra-estruturas
O plano da rede multimodal de transporte e de logística, tem a intenção de promover a invejável posição central de Portugal em relação às rotas transcontinentais. Inclui:
- 9 portos marítimos principais no continente, todos com tráfego internacional; (o porto de Sines, um dos maiores portos de águas profundas da Europa gerido pela Autoridade Portuária de Singapura – PSA, recebe 38% de todos os navios cargueiros a que chegam e partem de Portugal, seguindo-lhe Leixões (20%) e Lisboa (17%));
- 2 terminais principais de contentores (Bobadela, localizado na periferia de Lisboa, com ligação directa ao porto de Lisboa e Leixões, localizado no interior do porto de Leixões);
- Rede ferroviária de carga, operada pela CP - 4 linhas ferroviárias internacionais com saídas a partir de Portugal e cadeia logística, com terminais ferro-rodo-portuários espalhados por todo o país;
- 3 aeroportos internacionais no continente, além de 7 nas ilhas (Açores e Madeira) com voos regulares de passageiros e de carga para todos os países europeus; América, África e Ásia;
- 22.000 Kms de rede viária e uma das mais altas percentagens da Europa de auto-estradas.
Além desta rede, as mudanças na infra-estrutura energética estão a desempenhar um papel central na economia portuguesa, com grandes investimentos nas energias renováveis (eólica, solar e das ondas).
Saber mais e fazer melhor
A força de trabalho portuguesa é conhecida pela sua motivação e flexibilidade. Apesar do aumento das respectivas qualificações, adequado à produção com mais valor acrescentado, os salários continuam a ser bastante competitivos.
Entre 1976 e 2001, o número de estudantes matriculados nas universidades portuguesas cresceu mais do que em qualquer outro país da UE, com um aumento médio anual de quase 6%, em comparação com uma média de pouco mais de 3%, registado nesse período na UE 15. As instituições portuguesas produzem agora mais de 4.000 trabalhos científicos por ano. Em 1981, essa produção era de, apenas, cerca de duas centenas. Em 2001, Portugal aderiu ao restrito grupo dos "países de excelência" que contribuem para o “top 10” das publicações científicas mais citadas do mundo.
Uma percentagem considerável da população (42%) é capaz de manter uma conversa numa língua estrangeira.
Conhecimento e Inovação
A estratégia de desenvolvimento assente no conhecimento, na tecnologia e na inovação é outro dos motores das mudanças em curso. Desde cedo, os Portugueses são preparados para o mercado global: o inglês é obrigatório e as novas tecnologias estão presentes desde o ensino básico.
O acordo com o MIT prevê a colaboração a longo prazo no sentido de expandir a investigação e a formação em novos domínios de engenharia. Com este acordo, o Governo pretende integrar redes complexas de grande escala com um forte impacto socioeconómico em áreas como a energia, transportes, sistemas de informação e telecomunicações.
Parcerias para o Futuro, o programa que junta entidades portuguesas e instituições internacionais de excelência, deu já origem ao Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia (INL), em Braga, ao Information and Communication Technologies Institute, ICTI (em parceriacom a Universidade de Carnegie Mellon), ao Colaboratory for Emerging Technologies, CoLab, (em colaboração com a Universidade do Texas em Austin) e ao Programa Fraunhofer Portugal (em colaboração com a Fraunhofer- Gesellschaft).
Portugal tornou-se um laboratório para a adopção de novas tecnologias. A sua convicção e a sua ambição têm atraído grandes empresas do sector electrónico, como a Apple, Nokia, Siemens e Cisco. Tal resulta da facilitação da interacção entre a área de investigação e o sector empresarial em centros de ciência e tecnologia, especialmente desenvolvidos para o efeito.
Reformas para a competitividade
Uma das grandes novidades para as empresas a operar em Portugal é a nova legislação laboral que permite maior flexibilidade. Mas o SIMPLEX é provavelmente a mais famosa das reformas anti-burocracia, com resultados exemplares na desmaterialização e simplificação de procedimentos:
- Em 2007, o tempo médio de criação de uma empresa foi de 47 minutos (uma localização, um procedimento);
- Em Novembro, 74% de todas as novas empresas foram criadas "na hora";
- 40.500 novas empresas tinham sido criadas através deste mecanismo até Dezembro de 2007.
Estas iniciativas alcançaram o reconhecimento internacional:
- 1 lugar em termos de redução de burocracia – União Europeia;
- O país no top de reformas segundo o relatório – “Doing Business” do Banco Mundial.
Hoje criar uma empresa demora em média 46 minutos num sistema inovador de one-stop shop. O custo de procedimentos de arranque foi reduzido para um quarto do que sucedia antes da reforma.
Ambiente empresarial avançado
Sabia que a NASA e a ESA usam tecnologia portuguesa para evitar problemas informáticos? Que Portugal é um ponto de referência a nível mundial na indústria dos moldes? Que é o terceiro exportador mundial de têxteis lar? E que lidera o mercado mundial de tecnologia no sector do calçado e que 90 milhões de pessoas usam calçado português? Sabia que foi cá que se inventaram os cartões pré-pagos para comunicações móveis? Sabia que Portugal detém a maior central fotovoltaica do mundo? E que 75% dos auto-rádios que se vendem na Europa são made in Portugal? E que é português o primeiro portátil do mundo concebido especialmente para crianças? Sabia que o 5º produtor mundial de embalagens plásticas é uma empresa portuguesa?
Porque muitas vezes estes produtos e serviços made in Portugal se encontram no nosso quotidiano e não nos apercebemos, esta é a nova realidade, muito pouco conhecida, do nosso país.
Viver aqui é bom!
O talento e o investimento são também atraídos pela qualidade de vida. Em Portugal fazer negócios é um prazer. 220 dias de sol e o património natural e cultural são pólos de atracção para turistas e investimentos turísticos. Aqui, o céu é azul, a luz é fantástica e o sol despede-se no mar.
Imagine-se sobre a praia, depois de um dia de trabalho, a saborear um peixe acabado de pescar. Ou a provar um bom vinho, como o Syrah 2005, da região de Palmela, que foi considerado o melhor vinho tinto do mundo na prova Vinailes Internacionales 2008, em Paris.
Viver em Portugal é um argumento para atrair gente qualificada. Lisboa foi eleita uma das 50 cidades do mundo com melhor qualidade de vida pelo “2007 Worldwide Quality of Living Survey”. Não é por acaso.
Fonte: AICEP Portugal Global